
Você já ouviu falar das 5 linguagens do amor? O doutor em antropologia e conselheiro matrimonial Gary Chapman identificou cinco maneiras principais com as quais as pessoas se sentem mais amadas — e também como manifestam seu amor. Depois, usando os mesmos conceitos, ele conectou essas linguagens com o mundo do trabalho. São as chamadas linguagens de valorização pessoal.
Como passamos muito tempo com os colegas de trabalho, a ideia é que possamos criar vínculos verdadeiros. Entender e aplicar as cinco linguagens da valorização pessoal pode ajudar a inspirar pessoas, melhorar o ambiente organizacional e evoluir enquanto pessoa e profissional.
Se você ainda não parou para pensar em como se sente valorizado e em como entrega valor para o outro, essa é a hora. Confira aqui quais são as 5 linguagens do amor (e de valorização pessoal) – e o que elas representam!
Nessa linguagem, as atitudes importam mais do que as palavras. Pessoas que têm a linguagem do amor de atos de serviço como prioritária se sentem valorizadas com atitudes práticas do dia a dia. Elas entendem que o outro dedicou seu tempo para contribuir com suas demandas.
Alguns exemplos relacionados a essa linguagem de valorização:
Nessa linguagem, o mais importante é a comunicação. A pessoa se sente motivada e valorizada quando recebe apoio verbalizado, seja em uma conversa presencial ou por escrito.
As palavras de afirmação podem ser divididas em três grupos:
Aqui, há materialização do afeto. Os presentes são uma maneira de demonstrar que aquela pessoa é lembrada: é um exercício de cuidado. O que importa não é o valor material do presente, mas o gesto em si – pode ser um chocolate no final de um dia estressante, por exemplo.
Para algumas pessoas, o tempo é o bem mais valioso que podemos oferecer. Envolve uma escuta ativa e o estar, de fato, presente – o que inclui deixar o celular de lado e a TV desligada.
Alguns exemplos de tempo de qualidade:
Essa é a linguagem de quem busca expressar sentimentos pelo tato. O toque físico inclui uma série de contatos e não necessariamente precisa ser sexual: é um aperto de mão acompanhado de um sorriso, um abraço verdadeiro, pousar a mão no ombro da outra pessoa em sinal de conforto…

É natural que você tenha se identificado com mais de uma linguagem do amor (e de valorização pessoal) mapeada por Gary Chapman. Só que nós temos, segundo o próprio consultor, uma linguagem prioritária.
No site oficial, você pode fazer o teste gratuito e investigar o percentual que tem de cada linguagem.
Sem dúvidas, a linguagem com a qual a gente se identifica impacta em quem somos, em como lidamos com nossas tarefas e o que esperamos do ambiente profissional. Descobrir qual a forma que mais nos sentimos motivados – ou que nossos colegas e clientes também se sentem valorizados – pode ajudar a tornar nossas abordagens mais assertivas.
Veja aqui o que pode ser feito no dia a dia após identificar a linguagem de valorização de colegas.
Elogie, incentive, recompense os esforços por meio de palavras. Tente usar as seguintes frases: “seu feedback foi muito importante para o meu desenvolvimento”, “sua apresentação foi excepcional”, “você tem muita desenvoltura com os clientes”.
Ofereça ajuda sem fazer muitas perguntas. Você pode preparar um treinamento, revisar uma pesquisa, marcar uma reunião, responder a um e-mail coletivo, pensar em um post… São muitas opções que ajudarão a aliviar a carga de trabalho.
Ao entrar em uma reunião, esteja, de fato, naquela reunião. Se for online, procure não ficar com outras janelas abertas ou usando as redes sociais enquanto um colega faz uma apresentação. Você também pode combinar almoços com os amigos, um happy hour, trabalho voluntário, entre outras ações dentro e fora do ambiente de trabalho.
Ao concluir um projeto, que tal oferecer um pequeno presente para a equipe? Pode ser uma experiência, como reservar um almoço em algum restaurante interessante ou presentear com o livro sobre o qual estavam conversando recentemente.
Essa talvez seja a linguagem mais sensível quando pensamos no ambiente profissional, afinal, o toque físico sempre requer permissão. A conexão pode ser feita de outras formas: um aperto de mão sincero, um sorriso, um tom de voz mais festivo ao encontrar a pessoa.
Essas são algumas dicas de como sempre podemos aprimorar os nossos relacionamentos pessoais e profissionais. Aqui, na Wareline, incentivamos o autoconhecimento para ajudar a entender quais são as habilidades e interesses de cada um.
Além disso, um dos nossos principais valores é a proximidade. Acreditamos na importância de conhecer o próximo para que possamos atuar em um ambiente de respeito e de colaboração entre nossos colaboradores.
Que tal conversar com as pessoas mais próximas a você para saber qual é a sua linguagem de valorização pessoal prioritária? E que tal fazer parte de uma empresa que prioriza o bem-estar dos seus colaboradores? Venha ser um Wareliner!